Emanuel
Um talento multifacetado
A ambição e determinação de Emanuel levam-no, com apenas 10 anos de idade, a deixar a terra onde nasceu (Covas do Douro, no concelho de Sabrosa) e a rumar até Lisboa.
Em 1973, inicia a aprendizagem musical numa escola especializada em guitarra clássica, tornando-se mais tarde professor. Rapidamente passa a ser solicitado para compor e orquestrar músicas para intérpretes de renome: Cândida Branca Flor, Dino Meira, João Marcelo, José Malhoa, Mário Gil, Marco Paulo, entre tantos outros.
No ano de 1992, Emanuel assume-se como intérprete, com o seu primeiro disco “Tu sabes que já foste minha”. Um ano mais tarde é editado o álbum “Portugal, ai que saudade”, um hino ao emigrante.
Com o álbum “Rapaziada vamos dançar”, Emanuel dá uma nova dinâmica à sua música e no ano seguinte torna-se num fenómeno de popularidade com o álbum “Pimba, Pimba” (510 mil cópias vendidas).
Em 1997, a receptividade ao novo conceito musical criado por Emanuel é confirmada nas vendas do disco “Vamos a elas”. Com o álbum “Felicidade (quando o telefone toca)”, em 1998, Emanuel acentua a sua faceta de cantor romântico.
“Enamorado (para sempre)” é lançado em 1999 e Emanuel recebe nos Estados Unidos (Nova York), o título de “Embaixador da Música Portuguesa”, prémio atribuído pelas várias associações portuguesas espalhadas pelo mundo.
Em 2000, Emanuel é homenageado com um grande concerto no Cine-Teatro Tivoli, em Lisboa e comemora o sucesso alcançado com o álbum desse ano, “Vem esta noite”.
Em 2001, alcança de novo o sucesso com o álbum “Saudades de Ti (saudades)” e compõe quatro canções para a telenovela “Anjo Selvagem” (TVI). No ano seguinte, lança o disco “Vem ser feliz comigo” e compõe a banda sonora da telenovela “Sonhos Traídos” (TVI).
Em 2003 são editados os álbuns “O Melhor de Emanuel” e “Ontem, Hoje e Sempre”. Nesse ano, repetindo a experiência do Tivoli, Emanuel volta a juntar o seu público numa sala de eleição, o Coliseu dos Recreios, em Lisboa, para a comemoração de 10 anos consecutivos de êxitos. No ano seguinte, é a vez do Coliseu do Porto receber Emanuel, com igual sucesso.
Em 2005 lança o álbum “No Meu Silêncio”. Ainda nesse ano sai o primeiro número do jornal Emanuel, 60.000 exemplares distribuídos gratuitamente. Em 2006 esta publicação passa a ser editada na Europa e Estados Unidos da América e ainda nesse ano, Emanuel volta a encher o Coliseu dos Recreios em Lisboa.
No mês de Junho, é editado o álbum “Emanuel”. Um trabalho diversificado e abrangente que nos apresenta um Emanuel cada vez mais ciente da diversidade de idades e de gostos daqueles que o ouvem.
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